Porta-voz de Flávio propôs congelar salário mínimo e cortar verbas obrigatórias de saúde e educação

O senador Marcio Miguel Bittar, porta-voz da Amazônia no plano de governo de Flávio Bolsonaro, propôs em 2021 o congelamento do salário mínimo e a extinção de investimentos obrigatórios em saúde e educação. As medidas constavam em versões da PEC Emergencial relatadas por ele durante o governo de Jair Bolsonaro, mas foram retiradas para viabilizar a aprovação do texto.
Pontos-chave
- Marcio Miguel Bittar propôs retirar a obrigatoriedade de gastos mínimos em saúde e educação.
- Minuta de 2021 previa o congelamento do salário mínimo por dois anos.
- Propostas foram retiradas do texto final da PEC Emergencial por resistência no Congresso.
Contexto
Discussões sobre a PEC Emergencial em 2021 durante a pandemia de Covid-19 e a atual candidatura de Flávio Bolsonaro.
Dados da matéria
Quem disse
“Seguimos na compreensão de que o melhor para o País seria a supressão desses pisos do texto constitucional.”
— Marcio Miguel Bittar
“Um dia, meu querido amigo Líder Eduardo Braga, essa discussão vai voltar”
— Marcio Miguel Bittar
“Claro que a indexação é uma atitude burra, mas tiramos a desindexação para poder chegar a esse consenso.”
— Marcio Miguel Bittar