Sandro Mabel diz que não há abertura para diálogo com médicos em greve em Goiânia

O prefeito de Goiânia, Sandro Mabel, afirmou que não há abertura para diálogo com os médicos em greve, citando baixa adesão e limitação orçamentária. A paralisação começou em 13 de janeiro, com manifestações e suspensão de atendimentos eletivos, mantendo urgências. Profissionais denunciam falta de insumos e redução de honorários.
Pontos-chave
- Prefeito nega diálogo com médicos grevistas.
- Apenas 14 médicos aderiram à paralisação.
- Atendimentos eletivos suspensos, urgências mantidas.
Contexto
Greve foi deflagrada após edital que prevê redução de honorários e jornadas exaustivas.
Dados da matéria
Quem disse
“Não temos mais dinheiro para gastar.”
— Sandro Mabel, prefeito de Goiânia
“Serão feitas triagens para classificação dos atendimentos e, usando o bom senso, casos como renovação de receitas controladas serão atendidos para evitar o agravamento do quadro clínico.”
— Sheila Ferro, diretora do Simego
“Finalizamos agora o início do movimento grevista de todos os trabalhadores e trabalhadoras credenciados do município de Goiânia. Houve participação de todas as categorias e a luta está só começando.”
— Néia Vieira, presidente do Sindsaúde-GO