Presidente do PL reprova carta publicada por Flávio Bolsonaro
O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, repudiou a carta do senador Flávio Bolsonaro, que se proclamou 'presidente eleito'.
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O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, repudiou a carta do senador Flávio Bolsonaro, que se proclamou 'presidente eleito'.
Após a derrota nas eleições, Flávio Bolsonaro reconheceu o resultado e viajou para os Estados Unidos. Aliados do senador se dividiram entre discursos de perseguição política e defesa da pacificação do Brasil.
O senador eleito Carlos Jordy (PL-RJ) afirmou nesta terça-feira que Flávio Bolsonaro (PL) deixou o Brasil em direção aos Estados Unidos para evitar que sua situação fosse usada como instrumento de pressão contra a tentativa de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do STF. “Confirmado!
O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) e o empresário Pablo Marçal criticaram, neste domingo, a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de prorrogar a votação do segundo turno das eleições presidenciais. Eles acusaram o PT de tentar tumultuar o processo diante da possibilidade de derrota do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a retirada de cinco publicações que exibiam três jovens detidos em Piracicaba (SP) com camisetas que faziam referência ao presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva. A ministra Estela Aranha entendeu que as imagens não apresentam provas suficientes para associar Lula e o PT aos crimes investigados.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou, nesta sexta-feira (25), a retirada do ar de vídeos que mostram jovens detidos com camisetas de apoio ao Partido dos Trabalhadores (PT) e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Prefeito de Jataí, Geneilton Assis, e parlamentares também estão entre os homenageados O vereador de Goiânia e deputado estadual eleito Coronel Urzêda (PL) apresentou projeto que concede o título de Cidadão Goianiense a quatro nomes ligados ao Partido Liberal: o senador eleito Carlos Bolsonaro (PL-SC), o prefeito de Jataí, Geneilton Assis, o deputado federal reeleito André Fernandes (PL-CE) e o senador eleito Carlos Jordy (PL-RJ).
Enquanto trabalhava para reeleger o governador do Amapá Clécio Luís (União Brasil) e o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) para novos mandatos, longe dos holofotes o presidente do Senado Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) havia sido incumbido de uma missão estratégica: mapear para o Supremo Tribunal Federal (STF) as eleições de candidatos de direita para o Senado. O motivo é conhecido.
O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, participou neste sábado (10) de uma moto-carreata em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. O ato reuniu apoiadores pelas ruas da cidade e também comemorou a eleição de Douglas Ruas ao governo do estado e de Carlos Jordy e Carlos Portinho ao Senado.
A eleição de três vereadores do PL para outros cargos públicos vai mudar a composição da Câmara de Niterói a partir de 2027. Douglas Gomes foi eleito deputado federal, Daniel Marques conquistou vaga na Alerj e Fernanda Louback foi eleita vice-governadora.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) participa neste sábado (10/10) de uma motociata em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A mobilização reúne apoiadores e lideranças do partido, como Douglas Ruas, o deputado federal Carlos Jordy e o prefeito Capitão Nelson.
O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, afirmou neste sábado (10) que o pai, Jair Bolsonaro, estará presente em uma eventual posse e será o responsável por lhe passar a faixa presidencial. A declaração ocorreu durante motociata em São Gonçalo (RJ), berço eleitoral de Douglas Ruas (PL), que deve ser confirmado governador do Rio ainda no primeiro turno.
O candidato Flávio Bolsonaro (PL), líder nas intenções de voto para o segundo turno, participou neste sábado (10) de uma carreata em São Gonçalo (RJ) e projetou a cerimônia de posse com a presença do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar.
O senador eleito Carlos Jordy (PL-RJ) defendeu mudanças estruturais no Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo mandatos de oito a dez anos para os ministros, o fim das decisões monocráticas e a retirada da competência penal da Corte.
O senador eleito Carlos Jordy (PL-RJ) defendeu que a oposição trabalhe para impedir a reeleição de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) à Presidência do Senado e indicou o líder do PL, Rogério Marinho (RN), como seu nome preferido para comandar a Casa a partir do próximo ano.
Senadores eleitos para a próxima legislatura indicam que a reforma do Judiciário, o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), a economia e a segurança pública devem estar entre os temas prioritários da Casa. Dos 54 escolhidos pelas 27 unidades da federação, 14 foram reeleitos, 38 ocuparão o Senado pela primeira vez e dois já exerceram o cargo em legislaturas passadas.
O Senado começará, pela primeira vez desde a promulgação da Constituição de 1988, uma legislatura sem representantes da Assembleia Constituinte. Renan Calheiros (MDB-AL) não conseguiu a reeleição, enquanto Paulo Paim (PT-RS) não disputou as eleições de 2026.
O ex-juiz Marcelo Bretas, que ganhou fama na Lava-Jato do Rio, festejou nesta quinta-feira (8) a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que abre caminho para a posse de Douglas Ruas (PL) como governador do Rio. Em publicação nas redes sociais, ele ironizou a derrota do ex-prefeito Eduardo Paes (PSD): “Perdeu, mané!
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) elegeu ou reelegeu 200 parlamentares nas eleições de 2026, segundo levantamento divulgado pela própria entidade. A bancada, que reúne representantes de diferentes partidos, espera ampliar sua influência no Congresso na próxima legislatura.
Os deputados estaduais reeleitos Jair Bittencourt (PL) e Chico Machado (PL) usaram a primeira sessão plenária da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) após as eleições para defender o ex-presidente da Casa Rodrigo Bacellar, preso preventivamente desde março por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Os dois parlamentares afirmaram não acreditar que Bacellar tenha ligação com o Comando Vermelho.