CMN amplia limites de crédito para Estados, DF e municípios em 2026
O Conselho Monetário Nacional aprovou resolução que amplia os limites para a contratação de operações de crédito por Estados, Distrito Federal e municípios em 2026.
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O Conselho Monetário Nacional aprovou resolução que amplia os limites para a contratação de operações de crédito por Estados, Distrito Federal e municípios em 2026.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, nesta quinta-feira, a terceira ampliação de limites de crédito para estados e municípios em dois meses. A medida realoca R$ 2 bilhões de espaço fiscal para operações com e sem garantia da União em 2026.
Por que o Brasil insiste em combater a inflação com juros estratosféricos quando já utilizou o sistema de controle direto da expansão do crédito bancário? Afinal, todo mundo já ouviu que o Banco Central fixa em até 14% a taxa Selic para conter a inflação.
O Brasil vive uma nova onda de combate ao crime organizado, com investigações atingindo o mercado financeiro. Operações como a Carbono Oculto revelaram que o crime passou a atuar no coração financeiro do país, com a criação de fundos, holdings e empresas de fachada para lavar dinheiro.
O dólar fechou em queda de 0,90% nesta sexta-feira (23), cotado a R$ 4,993. O mercado reagiu à divulgação do IPCA-15, que subiu 0,32% em outubro, abaixo da expectativa do mercado. O Ibovespa subiu 0,47% e foi a 205.082,56 pontos. O dólar caiu 0,90% e fechou em R$ 4,993 nesta 6ª feira (23.out.2026).
BRASÍLIA , DF (AGÊNCIA BRASIL) As instituições financeiras terão cinco dias úteis para a informar ao governo as dívidas que pretendem oferecer para renegociação na primeira etapa do Desenrola 3.0. O DOU (Diário Oficial da União) publicou, em edição extraordinária, a portaria com o edital de chamamento.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central (BC) aprovaram nesta quinta-feira (22) mudanças nas regras de compartilhamento de dados pelo Open Finance, sistema que permite aos clientes autorizar o compartilhamento de informações financeiras entre instituições.
Produtores rurais poderão enfrentar dificuldades para contratar crédito rural a partir de janeiro de 2027 caso suas propriedades apresentem alertas de desmatamento identificados por satélite. A exigência foi estabelecida pela Resolução nº 5.303 do Conselho Monetário Nacional (CMN) e prevê a comprovação da regularidade ambiental dos imóveis.
O Projeto de Lei 3039/26 institui em lei federal o Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF). A medida visa proteger a renda dos produtores rurais enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e assegurar a sustentabilidade econômica da produção no campo.
Hospitais e Santas Casas que recorrem ao mercado financeiro para antecipar o recebimento de créditos judiciais contra o poder público enfrentam um duplo aperto regulatório. Desde a última terça-feira, 13, uma resolução do Conselho Monetário Nacional restringe a participação de fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs) na compra desses ativos.
A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que garante ao consumidor o direito de quitar dívidas ou pagar parcelas bancárias antes do prazo com desconto proporcional nos juros. Pela medida, o desconto não poderá ser menor que a taxa de juros do contrato.
O Projeto de Lei 2901/26, em análise na Câmara dos Deputados, cria um marco regulatório para fintechs e plataformas financeiras digitais, com diretrizes para funcionamento, supervisão tecnológica, transparência de algoritmos e prevenção à lavagem de dinheiro. O texto também estabelece punições para empresas que descumprirem as regras.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou em 24 de setembro a Resolução nº 5.343, que proíbe Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) de comprar créditos judiciais antes do trânsito em julgado das decisões. A medida, que entra em vigor nesta terça-feira (13), também obriga auditoria independente e transparência mensal nas operações.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) endureceu as regras para compra de direitos creditórios por fundos de investimento, com o objetivo de reduzir vulnerabilidades que poderiam ser exploradas para fraudes ou manipulação de preços. Gestores avaliam que a medida, tomada sem consulta ao mercado, inviabiliza pelo menos R$ 35 bilhões em ativos.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) publicou novas regras para os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) que, em vigor desde esta terça-feira (13), proíbem a compra de créditos judiciais em disputa. A medida, que pegou o mercado de surpresa, bloqueia uma fonte de recursos estimada em R$ 35 bilhões e recebeu críticas de especialistas.
O advogado Leonardo Mazzillo, coordenador de consultoria tributária do escritório WFaria, afirmou que as fraudes com FIDCs, como as do caso Banco Master, não decorrem da estrutura dos fundos, mas da falta de fiscalização efetiva de BC e CVM e da ação de agentes mal intencionados.
Mensagens obtidas pela Polícia Federal (PF) no celular de Daniel Vorcaro mostram que o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, defendeu o ex-dono do Banco Master diante de autoridades, incluindo o Banco Central (BC), entre 2023 e 2025. Os diálogos, obtidos pela PF, foram divulgados nesta terça-feira (13).
O mercado financeiro elevou a estimativa de inflação para 2026 e reduziu a projeção da taxa básica de juros, a Selic, para o fim do ano. As informações constam do Relatório Focus, divulgado nesta terça-feira (13) pelo Banco Central (BC).
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia ampliar de R$ 21 mil para R$ 30 mil o limite para operações de microcrédito por tomador em uma mesma instituição financeira, conforme proposta do Ministério do Trabalho e Emprego que aguarda análise do Conselho Monetário Nacional (CMN).
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) propôs elevar de R$ 21 mil para R$ 30 mil o limite para operações de microcrédito por tomador em uma mesma instituição financeira. A sugestão consta de nota técnica do Ministério do Trabalho e Emprego e ainda precisa de aval do Conselho Monetário Nacional (CMN).