Jair Renan Bolsonaro se torna réu por três crimes
O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi denunciado pela Justiça do Distrito Federal pelos crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e uso de documento falso.
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O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi denunciado pela Justiça do Distrito Federal pelos crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e uso de documento falso.
A tramitação de denúncias criminais envolvendo o núcleo familiar dos Bolsonaro ganhou um novo capítulo na esfera legal nesta quinta-feira (29). A 5ª Vara Criminal do Distrito Federal acolheu a peça acusatória elaborada pelo Ministério Público transformando em réu o filho mais novo do clã, Jair Renan Bolsonaro (PL), além de outros cinco investigados.
O bolsonarismo terá de reorganizar suas forças no Congresso Nacional a partir de 2027. Sem Jair Bolsonaro, que cumpre pena após ser condenado pela trama golpista, e com Flávio Bolsonaro (PL) fugido nos Estados Unidos após perder a eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a família passará a depender de outros quatro integrantes para manter sua representação parlamentar.
FOLHAPRESS A Polícia Civil de Santa Catarina investiga uma denúncia de agressão envolvendo um assessor parlamentar do vereador e deputado federal eleito Jair Renan Bolsonaro, contra o primo, em Florianópolis. O episódio teria ocorrido na noite de domingo (25), após a divulgação do resultado da eleição presidencial, que terminou com a vitória de Lula (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL).
Boato – Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, teria sido preso em 26 de outubro de 2026. Análise Após as eleições de 2026, começou a circular nas redes sociais uma mensagem que afirma que Jair Renan Bolsonaro, filho mais novo do ex-presidente Jair Bolsonaro, teria sido preso em 26 de outubro.
Nesta segunda-feira (25), a décima eleição presidencial após a redemocratização chega ao fim, com dois resultados históricos possíveis. Se o senador Flávio Bolsonaro (PL) vencer a disputa, consolidará um inédito poder no período da Nova República em torno de uma única família.
Petista condicionou sua participação à abertura dos sigilos de Flávio Bolsonaro, que respondeu impondo contrapartidas O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta quarta-feira, 21, que o presidente Lula (PT) “está arrumando desculpa” para não ir ao debate da TV Globo, marcado para sexta-feira, 23. A declaração foi dada durante evento com o candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, protocolou nesta terça-feira (20) uma petição no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizando a divulgação de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico dos últimos oito anos.
O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), será o relator da petição em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) autoriza o levantamento dos próprios sigilos bancário, fiscal e telefônico, desde que o adversário Flávio Bolsonaro (PL) adote a mesma medida. O documento inclui familiares e empresas dos dois candidatos.
O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), será o relator do pedido apresentado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para autorizar a divulgação de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico, desde que o senador Flávio Bolsonaro (PL) adote a mesma medida.
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, não pretende aceitar o desafio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para divulgar seus sigilos bancário, fiscal e telefônico. Segundo o SBT News, aliados que integram a campanha do senador confirmaram nesta terça-feira (20) que ele não vai aderir à proposta, que também envolve familiares dos dois candidatos.
Presidente enviou requerimento à Corte nesta terça-feira Felipe Pontes – Agência Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, enviou nesta terça-feira (20) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um requerimento autorizando que sejam levantados seus sigilos bancário, fiscal e telefônico, bem como de seus familiares, desde que o mesmo seja feito pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu adversário no segundo turno da corrida presidencial, que ocorre neste domingo (25).
Brasília, 20 – O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), será o relator do pedido apresentado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para autorizar a divulgação de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico desde que a mesma medida seja adotada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, afirmou nesta terça-feira (20) que o adversário no segundo turno, Flávio Bolsonaro (PL), só poderá participar do debate da TV Globo se apresentar um documento autorizando a quebra de seus sigilos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, enviou nesta terça-feira (20) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um requerimento autorizando que sejam levantados seus sigilos bancário, fiscal e telefônico, bem como de seus familiares, desde que o mesmo seja feito pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu adversário no segundo turno da corrida presidencial, que ocorre neste domingo (25).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira (20) que só participará do próximo debate com Flávio Bolsonaro se o adversário apresentar uma autorização formal para quebrar seus sigilos bancário, fiscal e telefônico.
O vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça, será o relator do pedido da campanha de Lula para tornar públicos dados fiscais e financeiros do petista e de seu adversário no segundo turno, Flávio Bolsonaro (PL). A iniciativa foi protocolada nesta terça-feira (20) e também chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF).
A tentativa de levar a disputa pela transparência patrimonial para os últimos dias da campanha presidencial não deve contar com a adesão de Flávio Bolsonaro (PL).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protocolou nesta terça-feira (20) ações no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorizando a divulgação de seus dados bancários, fiscais e telefônicos e os de seus familiares.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, enviou nesta terça-feira (20) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um requerimento autorizando que sejam levantados seus sigilos bancário, fiscal e telefônico, bem como de seus familiares, desde que o mesmo seja feito pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu adversário no segundo turno da corrida presidencial, que ocorre neste domingo (25).