A luta de Luiz Gama contra a escravidão pode virar patrimônio da humanidade
“O escravo que mata o senhor, seja em que circunstância for, mata, sempre, em legítima defesa.” A frase, atribuída ao abolicionista Luiz Gama, resume a radicalidade de seu pensamento e a defesa intransigente da liberdade. Nascido livre, mas vendido como escravo pelo próprio pai, Gama dedicou a vida a libertar outras pessoas da escravidão.
Pontos-chave
- Agora, sua luta e seus escritos podem ser reconhecidos como patrimônio documental da humanidade pela Unesco.
- Uma vida marcada pela resistência Luiz Gama nasceu em 1830, filho da africana Luiza Mahin e de um fidalgo português.
- Aos 10 anos, foi vendido como escravo pelo pai e levado para São Paulo.
Fonte originalTribuna do Planaltohttps://tribunadoplanalto.com.br/a-luta-de-luiz-gama-contra-a-escravidao-pode-virar-patrim…Publicado originalmente em 16 de junho de 2026
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Quem e o quê aparece nesta notícia
EstadoSão Paulo
CidadeSão Paulo/SP
ÓrgãoMinistério da Defesa
ÓrgãoOrganização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura
PessoaLuiz Gama
PaísBrasil
PessoaJair Bolsonaro
PessoaAmérica Latina
PessoaDireitos Humanos
ÓrgãoMinistério das Relações Exteriores (MRE
ÓrgãoMinistério das Relações Exteriores da Colômbia
ÓrgãoOrdem dos Advogados do Brasil - Subseção de Aparecida de Goiânia
PessoaOrdem dos Advogados do Brasil
PessoaBanda Arquivo Nacional
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Resumo gerado com apoio de IA · local-heuristica · coletado em 30 out 2026 · 03h58
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