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Ficha nº 400177 Educação 01/06/2022 · 07h08 Situação: em andamento

Entre a esperança e o bafo da milícia

Meus Sertões tom misto

A Escola Professora Edivanda Maria Teixeira, em Vitória da Conquista, implementa o modelo de gestão compartilhada com a Polícia Militar para combater a violência escolar. Enquanto a diretora Dayana Gomes Leite vê a militarização como esperança para os alunos, o sindicato SIMMP critica a medida, alegando que a violência é um problema estrutural externo à escola.

Pontos-chave

  • Escola implementa modelo de gestão compartilhada com a Polícia Militar da Bahia.
  • Obras de reforma e adequação do prédio escolar totalizam cerca de R$ 1,5 milhão.
  • Sindicato dos professores critica a militarização, defendendo soluções estruturais contra a violência.

Contexto

A escola está inserida em região com altos índices de criminalidade e influência de milícias e tráfico.

Dados da matéria

OndeVitória da Conquista/BA
Quando1 jun 2022
Orçamento para reformas da escolaR$ 1,5 milhão
Custo estimado do uniforme por indivíduoR$ 1.200
Salários de militares da reserva na equipe disciplinarR$ 3.000 e R$ 4.000
Quantidade de professores na unidade28

Quem disse

“Tomara que comece logo e que traga bons frutos”

— Dayana Gomes Leite, diretora da escola

“Se a questão é resolver a violência no bairro, porque não monta uma base da polícia em vez de militarizar as escolas?”

— Greissy Leôncio Reis, vice-presidente do SIMMP
Fonte originalMeus Sertõeshttps://meussertoes.com.br/2022/06/01/entre-a-esperanca-e-o-bafo-da-milicia/Publicado originalmente em 1 de junho de 2022
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