STF já definiu que campanhas de cancelamento ou boicote não configuram atos ilícitos

O Supremo Tribunal Federal decidiu que campanhas de boicote e cancelamento são protegidas pela liberdade de expressão, exceto em casos de má-fé ou informações falsas. Paralelamente, a senadora eleita Marília Campos defende a possibilidade de impeachment de ministros do STF. O partido Novo também contesta a vitória de Lula nas eleições de 2026.
Pontos-chave
- STF decidiu que boicotes não são ilícitos sem prova de má-fé.
- Marília Campos sugere impeachment de ministros do STF pelo Senado Federal.
- Partido Novo contesta resultado eleitoral de 2026 e registra alta de filiados.
Contexto
O texto aborda a jurisprudência do STF sobre liberdade de expressão e o cenário político brasileiro após as eleições de 2026.
Dados da matéria
Quem disse
“Essas campanhas de cancelamento ou de boicote podem trazer prejuízos econômicos, mas são atos ilícitos? A princípio, não.”
— ministro Flávio Dino
“Se a alternativa for o impeachment, nós teremos que fazer o impeachment”
— senadora eleita Marília Campos
“Foram 3 processos movidos por ilícitos eleitorais que podem levar à cassação da chapa Lula e Alckmin.”
— Felipe Camozatto