Inquérito 1.14.001.001281
O Ministério Público Federal investiga a aplicação da metodologia de colégios militares em escolas municipais na Bahia. O inquérito aponta restrições à liberdade de expressão e imposição de padrões estéticos aos alunos. O comando da Polícia Militar da Bahia não atendeu às recomendações de interrupção do sistema.
Pontos-chave
- MPF recomenda interrupção de gestão compartilhada militar por ferir liberdade de expressão.
- Comando da PM-BA recusa recomendações alegando ausência de irregularidades graves.
- Inquérito foi descentralizado para 14 unidades do MPF na Bahia.
Contexto
O inquérito analisa a legalidade de convênios entre a Polícia Militar e prefeituras para a implementação de colégios militares.
Dados da matéria
OndeBahia/BA
Quando10 set 2018
unidades do MPF na Bahia para fiscalização14
páginas do volume principal do inquérito724
vencimentos de policiais da reserva contratadosR$ 2.000, R$ 2.500 e R$ 3.000
Quem disse
“a mais esdrúxula foi a entrega de sua gestão às corporações militares”
— Rudá Ricci, cientista social
Fonte originalMeus Sertõeshttps://meussertoes.com.br/2022/06/01/inquerito-1-14-001-001281/Publicado originalmente em 1 de junho de 2022
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Quem e o quê aparece nesta notícia
ÓrgãoPolícia Militar do Estado da Bahia ★
ÓrgãoConselho Superior do Ministério Público Federal ★
PessoaGabriel Pimenta Alves
PessoaAnselmo Alves Brandão
ÓrgãoProcuradoria Regional dos Direitos dos Cidadãos
PessoaRudá Ricci
EmpresaUnião dos Municípios da Bahia
PessoaLuís Cássio de Souza Andrade
0 favorecidas3 prejudicadas5 neutras
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