Lula avalia dar ministério ao PT de Minas Geras após ganhar de Flávio Bolsonaro no Estado
O presidente Lula avalia contemplar o PT de Minas Gerais com um ministério na Esplanada, após o partido ter ganhado de Flávio Bolsonaro no estado.
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O presidente Lula avalia contemplar o PT de Minas Gerais com um ministério na Esplanada, após o partido ter ganhado de Flávio Bolsonaro no estado.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia contemplar o PT (Partido dos Trabalhadores) de Minas Gerais com um ministério na Esplanada, segundo interlocutores do mandatário. O petista elogiou a atuação do diretório mineiro nas eleições, em especial em relação à sua virada ante Flávio Bolsonaro (PL) no estado entre o primeiro e o segundo turno.
O Senado aprovou na quarta-feira (14) a PEC 221/2019, que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais sem redução de salários, garantindo dois dias de descanso remunerado por semana. A medida, que põe fim à escala 6×1, foi aprovada com apenas um voto contrário, do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).
O Congresso Nacional promulgou nesta sexta-feira (16) a Emenda Constitucional 141, que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais. O texto garante repouso semanal remunerado de dois dias, um deles preferencialmente aos domingos, sem redução salarial.
O Congresso promulgou nesta sexta-feira (16) a PEC 221/2019, que reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais e acaba com a escala 6×1. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, participou da cerimônia no Senado.
O presidente Lula (PT) comparou nesta sexta-feira (16) as críticas ao fim da escala 6×1 à resistência enfrentada por outras conquistas históricas dos trabalhadores.
O Congresso Nacional promulgou nesta sexta-feira (16) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 no Brasil. O texto reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais em um período de transição de 14 meses, garante dois dias de descanso remunerado e mantém os salários.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta sexta-feira (16) que o Congresso Nacional discutiu com responsabilidade o fim da escala de trabalho 6×1, durante a sessão de promulgação da proposta de emenda constitucional (PEC) que altera a jornada. Segundo ele, o debate envolveu especialistas, sociedade civil e setor produtivo, resultando em uma proposta madura. “Foi percorrida com muita responsabilidade.
O Congresso Nacional promulgou nesta sexta-feira (16) a proposta de emenda à Constituição que extingue a escala 6×1 no país. A cerimônia, realizada pela manhã, contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente da Câmara, Hugo Motta.
O Congresso Nacional promulgou nesta sexta-feira (16) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada máxima semanal de trabalho no Brasil. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acompanhou a sessão, assim como o líder da Câmara, Hugo Motta (Republicanos).
A aprovação do fim da escala 6×1 no Senado gerou mais de um milhão de menções nas redes sociais entre terça-feira (13) e quarta-feira (14), com predominância de manifestações favoráveis à redução da jornada de trabalho. Levantamento da consultoria Bites mostra que políticos de esquerda concentraram as publicações de maior engajamento sobre o tema.
O Senado aprovou na quarta-feira (14) o fim da escala de trabalho 6×1, em votação que teve 75 votos favoráveis e apenas um contrário. A proposta, que segue para promulgação pelo Congresso Nacional, foi classificada pela imprensa internacional como uma vitória política do presidente Luiz Inácio Lula da Silva às vésperas do segundo turno das eleições.
A aprovação da PEC que extingue a escala 6×1 no Senado, na noite desta quarta-feira (14), dominou as redes sociais. Levantamento da Bites aponta mais de um milhão de mensagens sobre o tema entre terça e quarta-feira, com 81% de menções favoráveis.
O Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (14) a PEC que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais. O texto teve 75 votos a favor, 1 contra e 5 abstenções no primeiro turno. No segundo turno, o placar se repetiu. A proposta, que acaba com a escala 6×1, segue para promulgação das mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
O Senado aprovou nesta quarta-feira (14) a proposta que acaba com a escala de trabalho 6×1, com 75 votos favoráveis e 1 contrário. O texto reduz gradualmente a jornada semanal máxima de 44 para 40 horas, sem corte de salários, e garante dois dias de descanso remunerado.
O Senado aprovou nesta quarta-feira (14) a proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala de trabalho 6×1 e reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, sem corte de salário. O texto, que segue para promulgação, foi aprovado por 75 votos a 1 nos dois turnos.
O Senado aprovou nesta quarta-feira (14), por 75 votos a 1 nos dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que extingue a jornada de trabalho no modelo 6×1 e reduz o limite semanal de 44 para 40 horas. O único voto contrário foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos).
O Senado Federal aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019, que acaba com a escala de trabalho 6×1. A mudança será gradual, com a jornada de trabalho reduzida para cinco dias e dois dias de descanso remunerado por semana.
O Senado vota nesta quarta-feira (14) a proposta de emenda à Constituição que acaba com a escala de trabalho 6×1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas, sem corte salarial. A PEC, que tramita desde 2019, tornou-se uma das principais bandeiras da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e recebeu apoio do candidato Flávio Bolsonaro (PL).
A votação da proposta que acaba com a escala de trabalho 6×1 no Senado, prevista para esta quarta-feira (14), movimentou as redes sociais nos últimos dias. Levantamento do Instituto Democracia em Xeque registrou 733,6 mil publicações sobre o tema entre os dias 13 e 14 de outubro, com 7,8 milhões de interações.